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Tava afim de postar uma bobeirinha dessas :)

Amsterdã

Com quantos anos você teve sua primeira câmera fotográfica?

Com uns 16 ou 17, e nem era profissional nem nada. Era uma Samsungzinha simples, não lembro o nome. Na época descobri que ela podia fazer exposições mais longas e eu passava boa parte das noites de insônia tentando fazer fotos mirabolantes com ela.

Prefere fotografar ou ser fotografada?

Mil vezes fotografar, corro da câmera igual o capeta corre da cruz. Sou o resumo do pior pesadelo de um fotógrafo: Tímida e dura igual um pedaço de pau.

Você tem uma boa câmera para fotografar?

Hoje em dia tenho uma que é tudo que eu preciso e muito mais. Não penso em trocar por outra tão cedo já que a minha me atende muitíssimo bem.

Você fotografa e publica suas fotos?

Publico algumas, porém se eu não publico elas ficam esquecidas em algum canto escondido do meu HD. Preciso me organizar melhor nessa questão.

Tumblr, We heart it, ou instagram?

Instagram! Como a Nicas falou, é muito prático. Nunca dei certo com o Tumblr e nem nunca mexi no We Heart it.

Já fez algum tipo de curso de fotografia?

Nunca fiz nenhum curso profissional. Já fiz um mini-curso de 1 dia só com um amigo fotógrafo, mas nada demais.

Cite uma pessoa que você se inspira para tirar suas fotos.

Ultimamente, no Guilherme. Ele é um amigo da família que conta ótimas histórias através das fotos que ele tira, uma coisa complementa a outra. A série de fotos que ele postou uma vez sobre Minas Gerais me deixou muito saudosa e com vontade (mais ainda) de ir pra roça.

Você edita suas fotos ou prefere que elas fiquem no modo original?

Olha, eu edito. Eu fotografo em raw e é impossível deixar a foto crua do jeito que sai da câmera. E mesmo que não fotografasse em raw, uma câmera não vê o equivalente ao olho humano. E mesmo que visse, fotografia não é só sobre o que você viu naquele momento – é também sobre como você se sentia e sobre o que quer transmitir – e certos tipos de edições podem ressaltar esses sentimentos.

A edição que eu faço é pouca (até porque não sou profissa): Balanço de branco, às vezes ajuste de exposição. Uso filtros sim, inclusive amo. Não gosto desse papo de ‘fotógrafo de verdade não edita’ cara na boa, beija minha bunda.

Qual seu programa predileto para editar fotos?

Lightroom pra sempre! Quase não edito no Photoshop, uso mais pra fazer montagens mirabolantes aqui pro blog de vez em nunca.

Sonha em ser fotógrafa ou faz isso como um hobbie?

Completamente por hobby. Apesar de não meu sonho, adoraria ser fotógrafa profissional se eu tivesse as manhas de verdade.

Qual a última vez que você foi fotografada por alguém?

Profissionalmente, nunca. Aliás, é papo pra outro post mas tô com vontade de fazer uma sessão de fotos minhas. Contraditório porque eu detesto ser fotografada, mas deve fazer um bem pra auto-estima da gente né?

Você é daquelas que quer sempre registar os momentos e o que está ao seu redor, e sai sempre com uma câmera nas mãos?

Eu sempre saio com a câmera na bolsa (quando vou bater perna a toa), mas não levo pra literalmente todo canto que eu vou. Eu gosto de sair pra fotografar sozinha, então se tô com mais gente eu não costumo levar nada que tire foto além do celular. É uma coisa meio estranha, se eu tô acompanhada eu não consigo entrar no clima, mas quando tô sozinha as fotos vão simplesmente fluindo. Parece que quando tô sozinha entro em um estado mais contemplativo, sei lá. Coisa de gente doida.

Mostre uma foto sua que você goste muito.

Essas que tão no post, que já são figurinha super repetida aqui nesse blog.

Vi lá no blog da Nicas há muitos e muitos milênios atrás.
 

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Winter Wonderland em Londres
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Dia 29/07, um sabadão lindo, Nelinha e eu decidimos esticar até Cardiff, a capital do País de Gales (ou Wales, em inglês). A viagem durou 3 horas e pegamos um coach da National Express que custou £7.50 por trecho. Barato né? O preço de mais ou menos 2 cervejas no pub!

Fizemos pouca pesquisa de onde queríamos ir quando chegássemos lá – o que fizemos foi imprimir um mapinha e uma rota que poderia ser feita a pé e que passava pelos principais pontos da cidade. Cardiff é super pequenininha então dá pra fazer tudo andando bem de boa.

Eu não sabia bem o que esperar de Cardiff, porém tenho que dizer que fui positivamente surpreendida por quão gracinha essa cidade é. Quero voltar no País de Gales novamente pelas paisagens – são maravilhosas e o país bem famoso entre o pessoal que curte atividades ao ar livre.

Infelizmente não deu pra visitar o ponto principal e mais visitado da cidade, o Cardiff Castle #péssimasturistas porque não ia dar tempo, já que a área do Castelo é enorme e de acordo com o que nos falaram era necessário pelo menos umas 3 horas lá dentro. Como só tínhamos um dia e pagar £11 pra entrar e não poder ver tudo com calma, preferimos não sacrificar e deixar para uma próxima vez.

Caminhando pela cidade, acabamos por encontrar a construção da foto abaixo – que é um Memorial aos soldados Galeses que lutaram na Segunda Guerra. Achei muito lindo e fiquei encantada!

Quando já eram umas 3 da tarde, decidimos passar pelo Bute Park, já que era caminho para Cardiff Bay. O Bute Park fica ao lado do Castelo e é enooooorme, imagino que seja bem gostoso passar um dia lá no verão. Demos uma andadinha por lá mas como estávamos com um pouco de pressa não deu pra enrolar muito, então fomos direto para o ponto de onde o barco (um water bus) saía em direção a Baía.

Não teve foto da jornada de barco em si porque 1) começou a chover 2) não foi muito bonitinha 3) foi um pouco estranha. O barco tava lotado, tinha criança chorando, uns xofens fantasiados fazendo bagunça, uma velha rabugenta do meu lado, o guia falando no microfone e ninguém escutando nada por causa da barulheira. Então o clima pra fotos ali tava 0.


 
E assim acabou nosso tour pela cidade! Esse post ficou meio ruinzinho porque tô enrolando há décadas pra fazer, e com o tempo os detalhes da viagem foram desaparecendo na memória. Mas o que eu guardei de Cardiff foi isso: Uma cidadezinha super charmosa e aconchegante que vale a pena visitar. Nem que só por um dia! :)

*Wyt ti’n siarad Cymraeg? = Você fala Galês? Cliquem aqui para escutar a pronúncia. Coidilôco!

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Aug 18, 17

Acabei de ver GoT #amémhackers e tô tomando um vinho de buenas aqui. Achei que nunca seria o tipo de pessoa que toma vinho em casa, mas tenho que admitir que ó, é uma maravilha tomar umas enquanto fuço a interwebs de buenas e curto uma playlist bacana. Quem gosta de balada é adolescente, adulto gosta é dissaqui.

Mas tô divagando. Amanhã já é dia de CRW de novo e prometi que eu tentaria não me embolar com os posts, então enfim! Ah, esse post vai ser agendado, então não estranhem a data abaixo hahaha.

Data: 22 de Julho de 2017
Duração: 3 horas
Distância percorrida: 6.5km
Principais pontos de interesse: Hein?

A partezinha que caminhamos tá no mapa aqui abaixo. Só pra esclarecer (porque eu não fiz o treco direito da última vez) nós já estamos na sétima parte de um total de 15 partes. As partes que estão em verde são as que já fizemos, de vermelho a que estamos fazendo no post, e de azul as que ainda vamos fazer.

Começamos onde terminamos da última vez, na estação de Beckton (que por um milagre tava funcionando dessa vez). Eu e Nelinha concordamos que Beckton foi uma experiência meio traumática de tão ruim que foi, RISOS. Mas o bacana da CRW é esse: Ela não te leva só em lugarzinho bonitinho, te leva pros fim de mundo pra provar que Londres também é isso.

Saindo da estação de Beckton, percorremos o mesmo caminho que tínhamos percorrido antes até achar onde a trilha começava de verdade. Começa mais ou menos perto do London City Airport, onde presenciamos um avião pousando bem de pertinho. Pra mim isso é manjado porque eu morava bem atrás do aeroporto da Pampulha em BH (salve São Bernardo, é nóis) e cresci acostumada com barulho de avião pousando – mas foi bem bonitinho porque estávamos sob uma ponte no rio Tâmisa, perto das Royal Docks (Docas Reais em inglês bilíngue britânico).

Aí lá vem né. O mapa oficial da CRW mandava a gente virar à esquerda depois de sair das docas, ok, vamos lá. Por favor vejam aqui embaixo o ESTADO DO BECO que esse povo queria que a gente passasse. Cadê manutenção? 100% putassas, demos a volta só pra descobrir que o próximo lugar que teríamos que virar agora é propriedade privada e não podíamos entrar.

A Capital Ring Walk foi feita há uns 10 anos atrás – antes das Olimpíadas de 2012 que aconteceram em Londres – nessa época muita coisa ainda estava em construção e muita coisa também mudou, ainda mais que a Vila Olímpica ficava no Leste de Londres (área que estávamos percorrendo naquele dia). Então é compreensível as coisas estarem um pouco diferentes, né? Pra ser sincera não sei qual é o processo de manutenção da CRW, mas imagino que não haja muita verba sendo investida nela. O que é uma pena.

A parte que segue foi um pouco estranha. Como era impossível continuar no caminho sugerido, tivemos que ir por um outro caminho não-oficial e improvisado que achamos lá na hora. Eventualmente conseguimos voltar pro caminho certo e continuamos em uma ponte (não sei do que chamar aquilo, vejam as fotos) que era paralela com o rio Tâmisa. Essa parte de Londres é *BEEEEM* industrial e não muito bonita. Passamos por umas partes meio tensas, tipo de lugar que a galera vai pra usar droga de noite, sabem? Bem sujo e bem abandonado, MUITAS EMOÇÕES.

MUITO TENSO
TENSO
Caminhando às margens do rio Tâmisa

Tivemos que entrar em um túnel que passava debaixo do Tâmisa pra chegar do outro lado, né. Primeiro que era meio estranho porque a entrada parecia a de um banheiro público e tinha quase 200 graus pra descer, segundo porque era um túnel enooooooorme, super iluminado (tão iluminado que chegava até a ser meio assustador) que dava eco quando a gente falava e parecia nunca mais ter fim.

E cabô! Saindo desse túnel chegamos no final da seção/começo da próxima. Apesar de ter sido bem feinha, nós rimos bastante e conhecemos uma parte de Londres que se não fosse pela CRW nunca conheceríamos.

Túnel
Entrada do túnel ou banheiro público?
Woolwich Arsenal
Woolwich Arsenal

 
Essa seção é onde em teoria onde a Capital Ring acaba, a parte 15/15. Como nós somos revoltadas e não obedecemos às regras, essa é a nossa parte 7/15 e amanhã vamos fazer Woolwich até Falconwood, que é a parte 1/15 oficial (já que começamos da 9/15 oficial, que será nossa parte 8/15 não-oficial). Ai quer saber, deixa pra lá, que confusão, nem eu tô entendendo mais nada aeiehaiueh

Mas é issaí. Daqui a pouco eu vorto.

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Leia isso se você quer morar em Londres um dia
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