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Em nenhum desses cinco anos eu comemorei aniversário do blog e hoje não vai ser diferente. Eu geralmente deixo passar batido mas toda vez me vem um lembrete mental tipo mais um ano pagando hospedagem mais um ano de blog, o que sempre me leva a refletir que eu nunca me imaginei sustentando isso aqui por tanto tempo, não tanto por questões de dinheiro, mas sim porque sou péssima pra dar continuidade em tudo que eu começo.

Mas blogar sustenta um certo desejo estranho que eu tenho de documentar minha vida, mesmo que seja pelos cocos que nem é aqui. Eu amo fazer posts bonitinhos, colocar fotinhas, fazer montagens no photoshop. É que nem colecionar figurinhas — é gostoso de olhar. Você faz um post e é um sentimento quentinho no coração quando você volta nele depois de um tempo. Eu sinto que é quase como um scrapbooking eletrônico, ou um álbum de fotos que você pode mostrar pra todo mundo em qualquer lugar. Quase como um diário e uma agenda e um caderno de perguntas, tudo ao mesmo tempo.

Lembrar do dia em que criei esse blog me dá um pouco de vontade de chorar. Eu tava num poço tão fundo que hoje eu tenho muita pena do ‘eu’ daquele dia. Minha vida não tinha muito sentido e eu tava bem perdida. São só 5 anos de diferença, mas eu não esperava passar por certas coisas aos 22 anos de idade. E aí, no meio daquilo tudo, criei esse blog. Criei porque eu precisava me concentrar em FAZER alguma coisa – mesmo que fosse mexer com códigos html que eu não entendia bem ou pensar nos posts que eu gostaria de fazer um dia. Apesar disso, eu não diria que ter um blog me curou — diria que ele foi um dos degraus que me ajudou na subida (que ainda está em andamento).

Eu não gosto de comemorar meus aniversários, sempre fico triste e muito emotiva. É como se em algum ano da minha vida algo muito ruim tivesse acontecido nesse dia e desde então eu tenha trauma dessa data — só que nunca aconteceu nada. Com o blog é diferente, e apesar de não comprar um cupcake e uma velinha, não fazer nenhum sorteio de produtinhos ou não comemorar de uma maneira mais convencional, sempre me lembro de onde eu estava lá naquele 20 de outubro de 2012.

E isso tudo é uma observação de um paralelo muito interessante na minha vida: Nesse dia há exatamente cinco anos atrás, eu estava sentada no sofá dessa mesma casa, morrendo de frio e com a cara toda inchada de tanto chorar. Hoje, 20 de outubro de 2017, eu não poderia estar mais feliz. Enquanto vocês estão lendo esse post eu tô embarcando em um avião, dando início a uma viagem que eu provavelmente vou lembrar pro resto da minha vida.

Se não fosse esse blog talvez eu não teria motivos para me lembrar tão nitidamente de como eu estava me sentindo naquele dia, sem nem imaginar que cinco anos depois eu estaria aqui, bem. E se eu não lembrasse disso com tanta clareza, talvez eu não seria capaz de enxergar que por pior que as coisas possam parecer, é verdade quando dizem que o tempo cura.

Obrigada, gente. Por esse mundinho aqui que me mantém sã.

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E acabou o verão – agora estamos oficialmente no Outono, minha estação favorita. Esse verão foi um dos melhores que eu já tive aqui em Londres até agora, foram muitas coisas novas acontecendo e eu tava cheia de energia, bem diferente dos verões passados. Não consigo identificar exatamente qual foi o catalisador de todo esse ânimo que eu tive nos últimos 6 meses, mas de cavalo dado não se olha os dentes né?

Tô louca pra novembro chegar logo pra eu dar início à uns planos meio mirabolantes que eu tenho bolado nos últimos meses. Vou fazer outro curso, mas dessa vez algo voltado pra Turismo que é a área que eu trabalho.

Aliás, engraçado como esse mundo dá voltas né? Se na época que eu dava aula de inglês na Wizard (sim galere, eu já fui teacher!) alguém me dissesse que eu abandonaria o ramo e nunca mais daria aula eu nunca teria acreditado. Jamais pensei que um dia viria a trabalhar com Turismo… mas aqui estamos! A vida tem dessas coisas né? Quem sabe daqui uns 10 anos eu não caio de paraquedas em outra área maluca que eu nunca imaginei? Minha vida tende a dar essas cambalhotas :)

10 anos atrás – Yo era hiponga pero não mais

Das vantagens de trabalhar na área de Turismo: Umas semanas atrás fui visitar o MSC Preziosa, um navio novo da frota MSC Cruises. Lá na agência somos especializados em viagens para a América do Sul mas vendemos também cruzeiros pro mundo inteiro, e por isso fomos convidados pra ir lá conhecer. Postei no Stories do Instagram, quem me segue por lá talvez se lembre :)

Eu nunca fui em um cruzeiro na vida e fiquei I-M-P-R-E-S-S-I-O-N-A-D-A com o tamanho daquele treco. O navio é gigantesco e é considerado um dos maiores navios do mundo, podendo acomodar mais de 4 mil passageiros. Por dentro parece mais uma cidade, tem de tudo! Vários restaurantes, um Cassino, uma discoteca, sala de cinema, quadraS de esporteS, várias piscinas, um tobogã (!) e mais um monte de coisa.

Passamos o dia por lá, fizemos um tour do navio, comendo e bebendo horrores — tudo bancado pela MSC. Eu que nunca tive vontade de ir em um cruzeiro fiquei querendo muito, só por umas 4 noites pra não enjoar. Quem sabe em breve? Quero levar minha mãe mas ela diz que tem medo dele afundar igual o Titanic (batendo em que iceberg eu não sei), hahaha.

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Olha, essa parte da CRW mexeu muito com meu coração. Essa foi a mais longa, a mais linda e a mais divertida de todas até agora! Apesar dos altos e baixos, começar a Capital Ring foi uma das melhores coisas que já fiz. Tem me feito um bem gigante!

Data: 04 de Agosto de 2017
Duração: 5 horas
Distância percorrida: 12km
Principais pontos de interesse: Um monte porque só teve lugar bonito nessa parte!

Começamos bem do lado de fora do túnel esquisito que contei no último post. Continuamos caminhando para o lado oposto do rio que caminhamos da última vez, e agora foi bem mais apresentável – ainda com aquela vibe industrial – mas melhorzinho. Encontramos até dois canhões no caminho, que sobraram da época em que ainda havia um estaleiro naval na área.

Woolwich, o bairro
Ainda na área industrial, seguindo o Tâmisa
Um canhão?
Primo It

Finalmente entramos no Maryon Park. Que saudade que a gente tava de um matinho! As últimas seções foram muito urbanas, nenhum espacinho verde descente. Mas essa compensou de todas as maneiras, porque logo após sairmos desse parque entramos em uma… FAZENDINHA! Nunca no mundo já se viu duas mulheres adultas tão felizes por estarem vendo um bando de galinha gorda. E bambis, minha gente! VÁRIOS BAMBIS!!!!!

Bambizíneos

Depois de andar um pouquinho em uma área bem residencial, entramos novamente no nosso tão amado matinho, que agora se chamava Oxleas Wood, onde ficava, adivinhem… O Severndroog Castle, um mini-castelinho :)

Fizemos uma pausa pro lanche com uma vista bem linda, mas começou a chover e não deu tempo nem de terminar de comer. O tempo ficou super escuro e estava relampejando bastante – hora perfeita pra se estar NO MEIO DO MATO debaixo de mil árvores, né? Saindo da área aberta em que estávamos, entramos em uma área toda arborizada super fechada, e como o sol tinha ido embora, tava UM BREU. Foi muito Bruxa de Blair, cês tinham que ver!

Eu tinha na mochila uma capa de chuva de emergência que comprei na Boots, vale mencionar a crise de riso que eu tive quando coloquei ela, ficou ridículo aoieuhaoieuh mas pelo menos não molhei!

Onde paramos para lanchar

Andamos por uns minutinhos na chuva e GRAÇADEUS achamos um esconderijo (acima, à direita) que já parecia estar ali pra deixar o povo esconder de chuva mesmo. Mal sabia a gente (só fui descobrir depois) que esse nosso esconderijo era o resto de uma mansão que tinha ali, construída em 1612, agora já quase toda demolida.

Andamos mais um pouco dentro da Shepherdleas Wood e saímos perto da estação de trem de Falconwood, que é onde esse trajeto termina. E olha só que milagre, um pub bem de frente! Depois de muito tempo, realizamos nosso ritual de encerramento: Tomar uma cidra bem geladinha e gostosa, mais que merecida! :)

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