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Eita que faz mais de ano que não tinha post de cosmético aqui, némess? Os motivos são muitos, entre eles porque não curto falar demais dessas coisas, não levo jeito pra resenha, não testo nada interessante anyway e porque eu nem faço nada demais na minha rotina de cuidados (aliás, nem dá pra chamar o que eu tenho de rotina).

Porém uns dias atrás recebi uma DM no Instagram da @lanesgoes me perguntando sobre uma linha de produtos que eu tinha resenhado há muito tempo aqui no blog e não tinha gostado muito. Como essa linha agora é uma das minhas favoritas e minha pele — e também a maneira como eu penso sobre cosméticos — mudou muito desde então, achei que seria justo fazer um post atualizado sobre o que eu tenho usado e sobre o que penso de cada um.

Simple Skincare, Pure Clay Detox Mask, Simple Toner, Bioré, Oils of Life, Pure Clay Detox Wash

É muito produto pra pouca cara

Desde a época que fiz a resenha que mencionei lá em cima muita coisa mudou, fisica e mentalmente. O que eu queria na época daquele post era um milagre, e eu ainda queria que o milagre acontecesse cuidando da minha pele de um jeito totalmente errado (não que o que eu faça hoje seja certo, né). Hoje eu não gasto tanto dinheiro com cosmético e compro sempre as mesmas coisas, que são essas que eu tô falando nesse post. Mas ó, não pensem que minha pele melhorou apenas com o uso desses produtos! Vários fatores foram contribuintes nessa melhora, o maior deles foi ter parado de tomar anticoncepcional (assunto pra um outro post¹).

Como eu também disse lá em cima, eu não tenho uma rotina de cuidados lá muito organizada. Tem dia que esqueço de passar certas coisas ¯\_(ツ)_/¯ mas ela funciona mais ou menos assim:

Manhã

  • Lavo com o Pure Clay Detox Wash
  • Passo o tônico da Simple
  • Hidrato a área dos olhos com o Oils of Life
  • Passo o Effaclar Duo+, da La Roche Posay
  • Finalizo com o bloqueador solar da Bioré

Noite

  • Tiro a maquiagem com o óleo da Simple
  • Lavo com o Pure Clay Detox Wash, da L’Oreal
  • Passo o tônico da Simple
  • Hidrato a área dos olhos com o Oils of Life
  • Passo o Effaclar Duo+, da La Roche Posay

Parece muito, mas não demoro nem 5 minutos pra passar isso tudo. A rotina da noite é a mesma da manhã, única diferença é que faço double cleansing. Eu deveria usar um creme especial para a noite? Talvez. Acho necessário nesse momento? Não. ¯\_(ツ)_/¯

Vamos aos produtos então!

Simple Skincare, Pure Clay Detox Mask, Simple Toner, Bioré, Oils of Life, Pure Clay Detox Wash

L’Oreal Pure Clay Detox Wash

Todos os dias pela manhã lavo o rosto com água fria (inverno ou verão!) usando esse sabonete facial. O que me chamou atenção na hora de comprar foi o fato dos ingredientes incluirem carvão ativado (!) e três tipos diferentes de argila: A argila chinesa (Kaolin/Caulim), argila verde (Montmorillonite) e argila marroquina (Ghassoul). Já é o meu segundo tubinho e eu tô gostando bastante, ele limpa direitinho, sem deixar repuxando e tem um cheirinho muito gostoso.

Simple Cleansing Oil

Meu companheiro há um bom tempo, não troco ele por óleo nenhum! Acho uma pena não venderem ele no balde, sério hahaha. Ele é feito com óleo de semente de uva e contém vitaminas A e E, ótimo para peles sensíveis já que a Simple não coloca perfumes/cores artificiais nos seus produtos. Sabe aquele negócio bom e barato que você acha em qualquer lugar? Então!

Simple Skincare, Pure Clay Detox Mask, Simple Toner, Bioré, Oils of Life, Pure Clay Detox Wash

Effaclar Duo (+)

Eu uso o termo ‘hidratar’ por falta de um melhor, mas na verdade ele não é um hidratante — é mais que isso. Pense algo como um creme anti-inflamatório que ajuda a desobstruir os poros e consumir com manchas. Quando usei pela primeira vez uns 5 anos atrás eu detestei porque ele fazia minha pele arder e descamar muito (vai entender), mas agora eu tô curtindo bastante. Não me entendam mal, ele não tá fazendo nenhum milagre, mas hidrata meu rosto sem deixar tudo babando. Não desobstruiu muita coisa até agora, mas também não obstruiu nada. Em time que tá ganhando não se mexe, né migas?

Tônico Simple

É um tônico simples, literalmente hahaha. Tônico sem firulas, sem querer te enganar que vai mudar sua pele da água pro vinho, sem ladainha. Tônico não faz milagre (aliás, cosmético nenhum faz) e só aprendi isso depois de gastar muita grana. Ele tem extrato de Camomila, Hemamélide, não tem álcool nem perfumes e nem cores artificiais. Tá bom demais pra mim e compro vidro atrás de vidro — nem me preocupo em testar outra coisa. Virou meu favorito do coração.

The Body Shop Oils of Life Eye Gel

Não que eu esteja desesperada para eliminar as rugas antes mesmo que elas apareçam e sim porque eu não quero que elas apareçam por pura negligência. Já tô ali rebocando a cara de creme, não custa nada passar algo na área dos olhos também, né? Eu não tenho opinião formada sobre esse creme porque não vejo diferença nenhuma (ele também promete hidratar e clarear) nessa área, mas acho que os resultados virão ao longo prazo. Continuo por desencargo de consciência.

Simple Skincare, Pure Clay Detox Mask, Simple Toner, Bioré, Oils of Life, Pure Clay Detox Wash

Bioré UV Face Milk

Como eu queria não esquecer de te passar, bebê! É o mais importante e de alguma maneira o que eu mais esqueço. Esse bloqueador solar é famosinho há algum tempo no Brasil, as meninas do Coisas de Diva já fizeram várias resenhas sobre ele. Deixa minha pele sequinha e eu gosto bastante.

L’Oreal Pure Clay Detox Mask

Essa máscara faz par com o sabonete facial que mencionei lá em cima, leva o mesmo nome e tem o mesmo cheirinho delicioso. Usei algumas vezes e fiquei impressionada com o jeito em que ela ~entra~ nos poros, olhem só essas fotos aqui embaixo! Ela dá uma clareada bem visível na pele e reparei que quando uso minha pele não fica tão oleosa ao longo do dia quanto fica em dias normais onde não uso.
 

Pele com a máscara ainda molhada / Máscara já seca
 


 

Então é isso! Dá pra ficar mais um ano sem fazer resenha de cosmético aqui, num dá? :P

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Atrasada mas tentando cumprir a promessa de postar sobre as caminhadas aqui. Antes tarde do que mais tarde ainda, né galere?

Data: 17 de Junho de 2017
Duração: 3.5 horas
Distância percorrida: 8km
Principais pontos de interesse: Hein?

No mapa interativo abaixo (óia ela!) cês podem ver em vermelho a parte que nós fizemos esse dia, e se diminuírem o zoom cês vão em azul todos os trajetos. De agora em diante vou colocar esse mapinha pra ficar mais lekau.

Eu num vou nem enrolar: Esse foi o pior trecho da Capital Ring até agora. Saindo da estação de Hackney Wick pra começar a caminhada, descobrimos poucos minutos depois que a parte inicial do trajeto estava fechada – sabe-se lá por quais motivos. Tivemos que dar uma volta bem grandinha para retomar o caminho onde acabaríamos saindo depois, e isso foi um pouco brochante já que aquela área de Hackney Wick perto da estação de metrô é meio morta e não tem muita coisa interessante.

Depois de finalmente acharmos o rumo certo, continuamos caminhando às margens de um canalzinho. O dia estava lindo (e quente) então essa parte não foi de um todo terrível.

Capital Ring Walk

Canalzinho maroto ainda em Hackney Wick

Viram os dois ~xizinhos~ pretos no mapa lá em cima? Pois bem. Eles ilustram o início e o fim do Jubilee Walkway, que é basicamente um caminho RETO que vai de uma ponta a outra que não tem nada. 70% de todo o trajeto foi feito nele e não teve graça nenhuma, parecia que estávamos andando em uma rua normal, só que sem carros. Não tinha nada pra se ver, já que a maior parte desse percurso é cercado por casas.

Não tirei foto dessa parte porque pensei que eventualmente chegaríamos em um lugar mais interessante, então pra ilustrar melhor surrupiei a foto abaixo do Jason McDonald. Olhem só que tristeza.

Foto carinhosamente surrupiada do Jason McDonald

Uma das poucas coisas que se vê nesse percurso é a estação de bombeamento de Abbey Mills. Só que infelizmente o caminho nos leva a passar por trás dela! Pessoal da Capital Ring, vamos melhorar aí néam?

Estávamos tão acostumadas com a ideia que teríamos que andar reto pra todo o sempre que não viramos onde era pra virar. Aí bateu AQUELA preguiça de voltar e decidimos que continuaríamos dali por conta própria e procuraríamos um parque pra sentar e comer nosso lanchinho. Pois bem: Beckton não tem NADA, nem parque! Ave maria, tivemos que andar um monte pra conseguir achar um!

Capital Ring Walk

Achamos, comemos e arrebitamos nossas tangas. Não vou nem comentar que a estação de metrô que atende esse fim de mundo estava fechada, tivemos que pegar um busão por uma boa meia hora pra conseguir voltar pra civilização. O problema nem era pegar ônibus, o foda era o calor insuportável que tava fazendo. Sentar naqueles assentos peludos quando se está toda suada é tortura chinesa :(

Só vou voltar em Beckton de novo porque o próximo trecho – Beckton até Woolwich – começa lá. E depois disso, nunca mais! Espero de coração que eu tenha boas notícias da próxima vez que eu falar da Capital Ring aqui :)

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Como eu enrolei pra fazer esse post, meu deus. Viajei pra Dubai no final de Abril por sete dias e desde então não tive a paciência necessária pra sentar aqui e escrever, mas aqui estamos! Apesar de eu ter muitas opiniões sobre Dubai, vou me reservar e tentar não fazer textão.

A cidade é super nova e não tem 100 anos – o que é quase inacreditável devido ao quão desenvolvida Dubai é. Habitada por quase 3 milhões de pessoas, esses habitantes são por grande maioria imigrantes, sendo a maioria desses de origem Indiana, Paquistanesa e Bangladeshi – apenas 17% da população é nativa. A cidade é praticamente conduzida por imigrantes. Do faxineiro ao garçom. Da cozinheira até a babá. Do engenheiro até o pedreiro que ajudou erguer aqueles prédios enormes.

Eu sou imigrante e se tem um assunto de qual eu tenho propriedade pra falar É DESSE. A primeira coisa que eu reparei MINUTOS após sair do aeroporto, foi o quanto esses mesmos imigrantes são mal tratados. É uma coisa descarada, absurda e arcaica. No conforto do carro com ar condicionado eu vi gente trabalhando sob um sol de 44 graus em uma cidade construída no meio do deserto.

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Eu me senti extremamente incomodada em Dubai. Me senti incomodada porque ali eu era a turista, a que estava confortável tomando uns bons drinks no restaurante, mas na real sabia que se eu tivesse balançado no saco errado seria eu ali sendo maltratada pelas madames. Não dava pra fazer vista grossa e fingir que eu não sabia MUITO BEM o que esse povo sofre, então o tempo inteiro que eu estive lá eu tive uma sensação de estar fazendo algo errado, uma culpa, sei lá. Se a vida pra gente já é difícil aqui no UK imagina num lugar desse, onde as leis que protegem os trabalhadores são praticamente não-existentes?

Dubai - Uai Babi

Deixa eu só lembrar que essa regra de imigrante ser tratado mal só se aplica se você NÃO FOR branco/europeu, tá? Se você for um expat alemão tá de boa porque provavelmente é patrão. Se for imigrantezão mesmo cê tá na bosta.

Não me levem a mal, a cidade em si é bem bonita. Viajar só pra ver arranha-céu não é meu estilo, mas tenho que admitir que Dubai tem sua beleza. Fiquei hospedada na casa de amigos e pude ver bem de perto como é o dia-a-dia de quem mora e trabalha lá. Mesmo que todo mundo evite sair de casa antes do sol ir embora e NINGUÉM ande de transporte público (só turista e os trabalhadores com poder aquisitivo bemmm menor), consegui aproveitar bem e cobri praticamente todos os pontos turísticos de lá. Fiz até um safari no deserto! Também passei um dia em Abu Dhabi, mas não tirei nenhuma foto :(

Resumo da ópera: A cidade é bonita mas trata muito mal a mão de obra. Não sei se eu voltaria.

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