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Dia 29/07, um sabadão lindo, Nelinha e eu decidimos esticar até Cardiff, a capital do País de Gales (ou Wales, em inglês). A viagem durou 3 horas e pegamos um coach da National Express que custou £7.50 por trecho. Barato né? O preço de mais ou menos 2 cervejas no pub!

Fizemos pouca pesquisa de onde queríamos ir quando chegássemos lá – o que fizemos foi imprimir um mapinha e uma rota que poderia ser feita a pé e que passava pelos principais pontos da cidade. Cardiff é super pequenininha então dá pra fazer tudo andando bem de boa.

Eu não sabia bem o que esperar de Cardiff, porém tenho que dizer que fui positivamente surpreendida por quão gracinha essa cidade é. Quero voltar no País de Gales novamente pelas paisagens – são maravilhosas e o país bem famoso entre o pessoal que curte atividades ao ar livre.

Infelizmente não deu pra visitar o ponto principal e mais visitado da cidade, o Cardiff Castle #péssimasturistas porque não ia dar tempo, já que a área do Castelo é enorme e de acordo com o que nos falaram era necessário pelo menos umas 3 horas lá dentro. Como só tínhamos um dia e pagar £11 pra entrar e não poder ver tudo com calma, preferimos não sacrificar e deixar para uma próxima vez.

Caminhando pela cidade, acabamos por encontrar a construção da foto abaixo – que é um Memorial aos soldados Galeses que lutaram na Segunda Guerra. Achei muito lindo e fiquei encantada!

Quando já eram umas 3 da tarde, decidimos passar pelo Bute Park, já que era caminho para Cardiff Bay. O Bute Park fica ao lado do Castelo e é enooooorme, imagino que seja bem gostoso passar um dia lá no verão. Demos uma andadinha por lá mas como estávamos com um pouco de pressa não deu pra enrolar muito, então fomos direto para o ponto de onde o barco (um water bus) saía em direção a Baía.

Não teve foto da jornada de barco em si porque 1) começou a chover 2) não foi muito bonitinha 3) foi um pouco estranha. O barco tava lotado, tinha criança chorando, uns xofens fantasiados fazendo bagunça, uma velha rabugenta do meu lado, o guia falando no microfone e ninguém escutando nada por causa da barulheira. Então o clima pra fotos ali tava 0.


 
E assim acabou nosso tour pela cidade! Esse post ficou meio ruinzinho porque tô enrolando há décadas pra fazer, e com o tempo os detalhes da viagem foram desaparecendo na memória. Mas o que eu guardei de Cardiff foi isso: Uma cidadezinha super charmosa e aconchegante que vale a pena visitar. Nem que só por um dia! :)

*Wyt ti’n siarad Cymraeg? = Você fala Galês? Cliquem aqui para escutar a pronúncia. Coidilôco!

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Acabei de ver GoT #amémhackers e tô tomando um vinho de buenas aqui. Achei que nunca seria o tipo de pessoa que toma vinho em casa, mas tenho que admitir que ó, é uma maravilha tomar umas enquanto fuço a interwebs de buenas e curto uma playlist bacana. Quem gosta de balada é adolescente, adulto gosta é dissaqui.

Mas tô divagando. Amanhã já é dia de CRW de novo e prometi que eu tentaria não me embolar com os posts, então enfim! Ah, esse post vai ser agendado, então não estranhem a data abaixo hahaha.

Data: 22 de Julho de 2017
Duração: 3 horas
Distância percorrida: 6.5km
Principais pontos de interesse: Hein?

A partezinha que caminhamos tá no mapa aqui abaixo. Só pra esclarecer (porque eu não fiz o treco direito da última vez) nós já estamos na sétima parte de um total de 15 partes. As partes que estão em verde são as que já fizemos, de vermelho a que estamos fazendo no post, e de azul as que ainda vamos fazer.

Começamos onde terminamos da última vez, na estação de Beckton (que por um milagre tava funcionando dessa vez). Eu e Nelinha concordamos que Beckton foi uma experiência meio traumática de tão ruim que foi, RISOS. Mas o bacana da CRW é esse: Ela não te leva só em lugarzinho bonitinho, te leva pros fim de mundo pra provar que Londres também é isso.

Saindo da estação de Beckton, percorremos o mesmo caminho que tínhamos percorrido antes até achar onde a trilha começava de verdade. Começa mais ou menos perto do London City Airport, onde presenciamos um avião pousando bem de pertinho. Pra mim isso é manjado porque eu morava bem atrás do aeroporto da Pampulha em BH (salve São Bernardo, é nóis) e cresci acostumada com barulho de avião pousando – mas foi bem bonitinho porque estávamos sob uma ponte no rio Tâmisa, perto das Royal Docks (Docas Reais em inglês bilíngue britânico).

Aí lá vem né. O mapa oficial da CRW mandava a gente virar à esquerda depois de sair das docas, ok, vamos lá. Por favor vejam aqui embaixo o ESTADO DO BECO que esse povo queria que a gente passasse. Cadê manutenção? 100% putassas, demos a volta só pra descobrir que o próximo lugar que teríamos que virar agora é propriedade privada e não podíamos entrar.

A Capital Ring Walk foi feita há uns 10 anos atrás – antes das Olimpíadas de 2012 que aconteceram em Londres – nessa época muita coisa ainda estava em construção e muita coisa também mudou, ainda mais que a Vila Olímpica ficava no Leste de Londres (área que estávamos percorrendo naquele dia). Então é compreensível as coisas estarem um pouco diferentes, né? Pra ser sincera não sei qual é o processo de manutenção da CRW, mas imagino que não haja muita verba sendo investida nela. O que é uma pena.

A parte que segue foi um pouco estranha. Como era impossível continuar no caminho sugerido, tivemos que ir por um outro caminho não-oficial e improvisado que achamos lá na hora. Eventualmente conseguimos voltar pro caminho certo e continuamos em uma ponte (não sei do que chamar aquilo, vejam as fotos) que era paralela com o rio Tâmisa. Essa parte de Londres é *BEEEEM* industrial e não muito bonita. Passamos por umas partes meio tensas, tipo de lugar que a galera vai pra usar droga de noite, sabem? Bem sujo e bem abandonado, MUITAS EMOÇÕES.

MUITO TENSO
TENSO
Caminhando às margens do rio Tâmisa

Tivemos que entrar em um túnel que passava debaixo do Tâmisa pra chegar do outro lado, né. Primeiro que era meio estranho porque a entrada parecia a de um banheiro público e tinha quase 200 graus pra descer, segundo porque era um túnel enooooooorme, super iluminado (tão iluminado que chegava até a ser meio assustador) que dava eco quando a gente falava e parecia nunca mais ter fim.

E cabô! Saindo desse túnel chegamos no final da seção/começo da próxima. Apesar de ter sido bem feinha, nós rimos bastante e conhecemos uma parte de Londres que se não fosse pela CRW nunca conheceríamos.

Túnel
Entrada do túnel ou banheiro público?
Woolwich Arsenal
Woolwich Arsenal

 
Essa seção é onde em teoria onde a Capital Ring acaba, a parte 15/15. Como nós somos revoltadas e não obedecemos às regras, essa é a nossa parte 7/15 e amanhã vamos fazer Woolwich até Falconwood, que é a parte 1/15 oficial (já que começamos da 9/15 oficial, que será nossa parte 8/15 não-oficial). Ai quer saber, deixa pra lá, que confusão, nem eu tô entendendo mais nada aeiehaiueh

Mas é issaí. Daqui a pouco eu vorto.

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Eu sou bastante ansiosa. Bastante mesmo, daquelas que tem plano A, B e C pra tudo. E não digo isso só como força de expressão – eu *realmente* penso em tudo que pode dar errado e em todas as soluções possíveis para esses problemas imaginários, porque vai que né…

E olha, isso é bem cansativo. Gasta uma energia mental que cês nem imaginam (ou imaginam, sei que tem muita gente assim por aí). Ter que calcular tudo na sua cabeça, o que acontece se A não der certo, como a gente vai fazer com B, mas e se B não for como planejado… Gente, que desgaste!

A gente vai aprendendo as coisas ao longo do tempo. Hoje eu tenho 28 e aos 40 eu quero estar DE BOA. O que eu sei que não vai acontecer porque é um aprendizado eterno e blá blá. Mas sabem que eu tenho pensado bastante em uma coisa que li em algum lugar que não lembro, é o seguinte:

O que quer que aconteça, você vai ficar bem.

Você pode ficar triste, mas você vai ficar bem. Se você perder seu emprego, você vai sobreviver. Se você tiver que cancelar sua conta do celular #problemasdeprimeiromundo, você não vai morrer. Se você se separar do seu namorado, por mais dolorido que seja, você vai continuar. Você acha outro emprego, outro namorado, muda pra um plano mais barato, pede dinheiro emprestado. Nada disso pode ser ideal, mas nada disso te mata. E é fase. Nada disso significa que você vai continuar fodida pro resto da vida, que por mais clichê que pareça, é feita de altos e baixos (geralmente 5 minutos de alto e 5 anos de baixo, mas né, de cavalo dado não se olha os dentes).

Pensar nisso tem me dado um certo conforto. Eu sempre me desespero com 1 (uma) coisinha que não foi como eu esperava e fico achando que É O FIM DO MUNDO E MEU DEUS O QUE EU VOU FAZER MINHA VIDA ACABOU. Cabou nada…

Eu subestimo MUITO minha resiliência – eu até achava que não tinha nenhuma – só que resiliência é isso aí ó. A gente tá feia fodida e mal paga e continua aí. Tá triste, toda ferrada emocionalmente, mas tá respirando. O importante é isso, fazer o máximo que a gente pode, mesmo que o máximo não seja lá grandes coisas. Inspira, respira.

E assim seguimos.

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