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Dubai.

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Olha, essa parte da CRW mexeu muito com meu coração. Essa foi a mais longa, a mais linda e a mais divertida de todas até agora! Apesar dos altos e baixos, começar a Capital Ring foi uma das melhores coisas que já fiz. Tem me feito um bem gigante!

Data: 04 de Agosto de 2017
Duração: 5 horas
Distância percorrida: 12km
Principais pontos de interesse: Um monte porque só teve lugar bonito nessa parte!

Começamos bem do lado de fora do túnel esquisito que contei no último post. Continuamos caminhando para o lado oposto do rio que caminhamos da última vez, e agora foi bem mais apresentável – ainda com aquela vibe industrial – mas melhorzinho. Encontramos até dois canhões no caminho, que sobraram da época em que ainda havia um estaleiro naval na área.

Woolwich, o bairro
Ainda na área industrial, seguindo o Tâmisa
Um canhão?
Primo It

Finalmente entramos no Maryon Park. Que saudade que a gente tava de um matinho! As últimas seções foram muito urbanas, nenhum espacinho verde descente. Mas essa compensou de todas as maneiras, porque logo após sairmos desse parque entramos em uma… FAZENDINHA! Nunca no mundo já se viu duas mulheres adultas tão felizes por estarem vendo um bando de galinha gorda. E bambis, minha gente! VÁRIOS BAMBIS!!!!!

Bambizíneos

Depois de andar um pouquinho em uma área bem residencial, entramos novamente no nosso tão amado matinho, que agora se chamava Oxleas Wood, onde ficava, adivinhem… O Severndroog Castle, um mini-castelinho :)

Fizemos uma pausa pro lanche com uma vista bem linda, mas começou a chover e não deu tempo nem de terminar de comer. O tempo ficou super escuro e estava relampejando bastante – hora perfeita pra se estar NO MEIO DO MATO debaixo de mil árvores, né? Saindo da área aberta em que estávamos, entramos em uma área toda arborizada super fechada, e como o sol tinha ido embora, tava UM BREU. Foi muito Bruxa de Blair, cês tinham que ver!

Eu tinha na mochila uma capa de chuva de emergência que comprei na Boots, vale mencionar a crise de riso que eu tive quando coloquei ela, ficou ridículo aoieuhaoieuh mas pelo menos não molhei!

Onde paramos para lanchar

Andamos por uns minutinhos na chuva e GRAÇADEUS achamos um esconderijo (acima, à direita) que já parecia estar ali pra deixar o povo esconder de chuva mesmo. Mal sabia a gente (só fui descobrir depois) que esse nosso esconderijo era o resto de uma mansão que tinha ali, construída em 1612, agora já quase toda demolida.

Andamos mais um pouco dentro da Shepherdleas Wood e saímos perto da estação de trem de Falconwood, que é onde esse trajeto termina. E olha só que milagre, um pub bem de frente! Depois de muito tempo, realizamos nosso ritual de encerramento: Tomar uma cidra bem geladinha e gostosa, mais que merecida! :)

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Tava afim de postar uma bobeirinha dessas :)

Amsterdã

Com quantos anos você teve sua primeira câmera fotográfica?

Com uns 16 ou 17, e nem era profissional nem nada. Era uma Samsungzinha simples, não lembro o nome. Na época descobri que ela podia fazer exposições mais longas e eu passava boa parte das noites de insônia tentando fazer fotos mirabolantes com ela.

Prefere fotografar ou ser fotografada?

Mil vezes fotografar, corro da câmera igual o capeta corre da cruz. Sou o resumo do pior pesadelo de um fotógrafo: Tímida e dura igual um pedaço de pau.

Você tem uma boa câmera para fotografar?

Hoje em dia tenho uma que é tudo que eu preciso e muito mais. Não penso em trocar por outra tão cedo já que a minha me atende muitíssimo bem.

Você fotografa e publica suas fotos?

Publico algumas, porém se eu não publico elas ficam esquecidas em algum canto escondido do meu HD. Preciso me organizar melhor nessa questão.

Tumblr, We heart it, ou instagram?

Instagram! Como a Nicas falou, é muito prático. Nunca dei certo com o Tumblr e nem nunca mexi no We Heart it.

Já fez algum tipo de curso de fotografia?

Nunca fiz nenhum curso profissional. Já fiz um mini-curso de 1 dia só com um amigo fotógrafo, mas nada demais.

Cite uma pessoa que você se inspira para tirar suas fotos.

Ultimamente, no Guilherme. Ele é um amigo da família que conta ótimas histórias através das fotos que ele tira, uma coisa complementa a outra. A série de fotos que ele postou uma vez sobre Minas Gerais me deixou muito saudosa e com vontade (mais ainda) de ir pra roça.

Você edita suas fotos ou prefere que elas fiquem no modo original?

Olha, eu edito. Eu fotografo em raw e é impossível deixar a foto crua do jeito que sai da câmera. E mesmo que não fotografasse em raw, uma câmera não vê o equivalente ao olho humano. E mesmo que visse, fotografia não é só sobre o que você viu naquele momento – é também sobre como você se sentia e sobre o que quer transmitir – e certos tipos de edições podem ressaltar esses sentimentos.

A edição que eu faço é pouca (até porque não sou profissa): Balanço de branco, às vezes ajuste de exposição. Uso filtros sim, inclusive amo. Não gosto desse papo de ‘fotógrafo de verdade não edita’ cara na boa, beija minha bunda.

Qual seu programa predileto para editar fotos?

Lightroom pra sempre! Quase não edito no Photoshop, uso mais pra fazer montagens mirabolantes aqui pro blog de vez em nunca.

Sonha em ser fotógrafa ou faz isso como um hobbie?

Completamente por hobby. Apesar de não meu sonho, adoraria ser fotógrafa profissional se eu tivesse as manhas de verdade.

Qual a última vez que você foi fotografada por alguém?

Profissionalmente, nunca. Aliás, é papo pra outro post mas tô com vontade de fazer uma sessão de fotos minhas. Contraditório porque eu detesto ser fotografada, mas deve fazer um bem pra auto-estima da gente né?

Você é daquelas que quer sempre registar os momentos e o que está ao seu redor, e sai sempre com uma câmera nas mãos?

Eu sempre saio com a câmera na bolsa (quando vou bater perna a toa), mas não levo pra literalmente todo canto que eu vou. Eu gosto de sair pra fotografar sozinha, então se tô com mais gente eu não costumo levar nada que tire foto além do celular. É uma coisa meio estranha, se eu tô acompanhada eu não consigo entrar no clima, mas quando tô sozinha as fotos vão simplesmente fluindo. Parece que quando tô sozinha entro em um estado mais contemplativo, sei lá. Coisa de gente doida.

Mostre uma foto sua que você goste muito.

Essas que tão no post, que já são figurinha super repetida aqui nesse blog.

Vi lá no blog da Nicas há muitos e muitos milênios atrás.
 

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Dia 29/07, um sabadão lindo, Nelinha e eu decidimos esticar até Cardiff, a capital do País de Gales (ou Wales, em inglês). A viagem durou 3 horas e pegamos um coach da National Express que custou £7.50 por trecho. Barato né? O preço de mais ou menos 2 cervejas no pub!

Fizemos pouca pesquisa de onde queríamos ir quando chegássemos lá – o que fizemos foi imprimir um mapinha e uma rota que poderia ser feita a pé e que passava pelos principais pontos da cidade. Cardiff é super pequenininha então dá pra fazer tudo andando bem de boa.

Eu não sabia bem o que esperar de Cardiff, porém tenho que dizer que fui positivamente surpreendida por quão gracinha essa cidade é. Quero voltar no País de Gales novamente pelas paisagens – são maravilhosas e o país bem famoso entre o pessoal que curte atividades ao ar livre.

Infelizmente não deu pra visitar o ponto principal e mais visitado da cidade, o Cardiff Castle #péssimasturistas porque não ia dar tempo, já que a área do Castelo é enorme e de acordo com o que nos falaram era necessário pelo menos umas 3 horas lá dentro. Como só tínhamos um dia e pagar £11 pra entrar e não poder ver tudo com calma, preferimos não sacrificar e deixar para uma próxima vez.

Caminhando pela cidade, acabamos por encontrar a construção da foto abaixo – que é um Memorial aos soldados Galeses que lutaram na Segunda Guerra. Achei muito lindo e fiquei encantada!

Quando já eram umas 3 da tarde, decidimos passar pelo Bute Park, já que era caminho para Cardiff Bay. O Bute Park fica ao lado do Castelo e é enooooorme, imagino que seja bem gostoso passar um dia lá no verão. Demos uma andadinha por lá mas como estávamos com um pouco de pressa não deu pra enrolar muito, então fomos direto para o ponto de onde o barco (um water bus) saía em direção a Baía.

Não teve foto da jornada de barco em si porque 1) começou a chover 2) não foi muito bonitinha 3) foi um pouco estranha. O barco tava lotado, tinha criança chorando, uns xofens fantasiados fazendo bagunça, uma velha rabugenta do meu lado, o guia falando no microfone e ninguém escutando nada por causa da barulheira. Então o clima pra fotos ali tava 0.


 
E assim acabou nosso tour pela cidade! Esse post ficou meio ruinzinho porque tô enrolando há décadas pra fazer, e com o tempo os detalhes da viagem foram desaparecendo na memória. Mas o que eu guardei de Cardiff foi isso: Uma cidadezinha super charmosa e aconchegante que vale a pena visitar. Nem que só por um dia! :)

*Wyt ti’n siarad Cymraeg? = Você fala Galês? Cliquem aqui para escutar a pronúncia. Coidilôco!

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