Jun 18, 17

Dubai.

Rolês pelo mundo
Sotaques Inglês Britânico
Feb 14, 17

Inglês britânico na prática #1: Sotaques de Londres luiza tá atenta?

Cultura
Dec 22, 15

Quanto custa morar em Londres? dinheiro na mão é vendaval

Vida em Londres
Jan 15, 17

Há mais de um ano atrás fuçando em uma livraria, esbarrei em um livro do Andy Goldsworthy chamado Ephemeral Works e fiquei completamente encantada com o trabalho maravilhoso que ele faz. Andy Goldsworthy é um escultor/fotógrafo britânico que fez sua carreira criando e fotografando suas obras de arte temporárias na natureza, usando elementos naturais a como flores, folhas, galhos e até gelo (!). E detalhe: Ele não tem o auxílio de nenhuma outra ferramenta além de suas próprias mãos e coisas providas pelo meio-ambiente.

Suas esculturas não são feitas para durar e em pouco tempo já se desintegram, apodrecem ou derretem. E isso reflete a passagem do tempo – as coisas bonitas da vida não estarão aqui para sempre, devemos admirá-las enquanto podemos. O trabalho do Andy representa fragilidade, o declive, a temporalidade. Que forma mais linda de simbolizar um conceito, né?

Penas de uma garça-real encontrada morta, cortadas com uma pedra afiada. 27 de Fevereiro de 1982.

Folhas de figueira bem maduras depois de um verão muito quente, presas ao chão com espinhos. 08 de Novembro de 1984.

Todas as fotos por Andy Goldsworthy. Vocês podem encontrar mais sobre o trabalho dele no website (não-oficial) e nos muitos livros que ele publicou, todos disponíveis no Amazon.


Me fala se não são de encher os olhos? Todas as fotos foram tiradas com uma câmera analógica no período de 1976-1986, por isso podem parecer estar com efeitinho #problemasdoséculo21 :)

Feb 07, 16
O dia em que abandonei a fotografia.
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Primavera Londrina
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Winkworth Arboretum
Dec 26, 16

Esse post na verdade vai servir mais como um ~juntamento~ das coisas que aconteceram e das minhas conclusões sobre o ano. Tem sempre aquela história cansativa de metas de ano novo, mas como eu já falei aqui, eu não alimento esse tipo de expectativa. Acho ótimo quem se sente mais motivado nessa época, mas eu prefiro não me pressionar pra não me sentir um fracasso depois – como já aconteceu muitas vezes.

A vidinha

Esse foi um ano interessante. Saí um pouco mais da minha toca, conheci algumas pessoas bem legais e aprendi muito. Fui mais questionadora e argumentativa, e em consequência disso, bati boca com bastante gente.

Foi também um ano que passei bastante aperto em questão de dinheiro, o que funcionou como uma wake up call: eu preciso fazer meu pé-de-meia. Eu não sou uma pessoa gastadeira daquelas que faz aloka no shopping, meu dinheiro vai todo embora com coisas bobas do dia-a-dia e eu nem vejo. Mas tô ficando mais velha e tenho me preocupado bastante com os eventuais imprevistos da vida.

Em maio perdi meu Vô Bertino. Ele já tava lá com seus 87 anos e bem doentinho, então por mais triste que seja, ele descansou. Também fiquei doente e passei uma semana internada no hospital com o que, segundo os médicos, seria meningite viral. Vou falar pro cês viu, eu sabia que hospital era ruim mas não sabia que era tanto. Que trauma!

Viagens e rolês

Pela falta de bufunfa, 2016 não rendeu muitas viagens. Passei uns dias em Amsterdã, fui positivamente surpreendida por Brighton, andei de barco pelos canais de Londres e, junto da Nelinha, começamos a Capital Ring Walk, que no momento está em pausa por motivos de: friaca do cajalho.

Mesmo que eu não tenha ido para lugares muito interessantes, saí muito com o pessoal do trabalho e isso foi bom pra conhecer melhor as pessoas com quem eu convivo todo santo dia. A gente não tinha esse negócio de sair junto, mas agora formamos um grupinho bem legal e isso tá me fazendo bem.

Teste

Fotografia

2016 foi um sobe e desce nesse quesito. Comecei o ano chutando o balde, me convenci que eu não prestava pra esse treco e quase vendi todo o meu equipamento. Fotografia é um dos poucos hobbies que eu tenho e só ver defeito em tudo que saía da minha câmera foi arrasador e muito, muito frustrante. Depois que fiz esse post chorando minhas pitangas, recebi um apoio enorme que me marcou de verdade pra minha vida inteira. Todos os comentários que recebi me fizeram pensar demais sobre o quanto eu cobrava de mim mesma, o quanto eu me pressionava, o quanto eu não curtia o hobby porque só ficava na expectativa de fazer fotos bonitas.

Hoje em dia tenho consciência de que eu não tenho obrigação nenhuma em só fazer fotão. Vi que eu sou muito mais feliz naquele momento em que eu tô ali, perambulando sozinha pela cidade com minha câmera, observando e absorvendo tudo que acontece ao meu redor. Aprendi que minhas melhores fotos são de quando eu tô sozinha e posso prestar atenção nos meus próprios pensamentos – é como se essas duas coisas estivessem conectadas, não sei explicar. Então finalmente constatei que o que me deixa feliz e me satisfaz de verdade não é o resultado, mas sim o processo.

Internerd e o blog

Troquei de layout em Maio e até hoje tô meio deslumbrada com ele, hahaha. Finalmente me sinto em casa aqui no meu blog – que como eu já falei tantas vezes – é uma extensão de mim.

Apesar do layout bonitão pra inspirar, esse ano foi um pouco parado aqui no blog e tô fechando 2016 com uma média de 2 posts por mês. Pra quem não tem obrigação de postar toda semana até que não tá tão ruim, mas eu deveria ter me esforçado um pouco mais. Não sei se jogo a culpa na minha falta de dedicação (provavelmente) ou no bloqueio criativo, mas não é por falta de tentar. Tenho mil posts em rascunho mas tem dia que nada faz sentido e a escrita não flui. Esse post por exemplo: Já tô pelejando aqui há mais de 3 dias, mas se a Deusa quiser (e ela há de querer), esse treco sai hoje – nem que for a base de litros e litros de café.

E reencontrei pessoas lindas, como Dea e Flávia. E também conheci a Nelinha (comassim a gente não tem uma fotinha junta?). Já mencionei elas aqui no blog esse ano e podem ter certeza que ano que vem vou mencionar muito mais :)


Não vou fechar esse post com resoluções de ano novo porque eu continuo precisando fazer as mesmas coisas que precisava 2 anos atrás. Apesar da necessidade de cumprir essas certas metas, não sou daquelas ‘ano novo, vida nova’ que querem fazer tudo de uma vez em um mês só, e nem creio que 00:01 do dia 31 de dezembro eu vá ter uma epifania que faça minha vida mudar. Mudanças não acontecem de um dia pro outro, é um processo lento. Devagar e sempre é o que me mantém.

Tchau, dois mil e dezesseis!

Mar 14, 15
Blogging lately
Jan 23, 16
Dona Rosa falou, tá falado.
Aug 14, 16
Bateu a saudadinha
Dec 19, 16

Semana passada fui com os amigos do trabalho visitar Kew Gardens, um parque bem famoso em uma área nobre aqui em Londres, que pelo quarto ano consecutivo tá com uma decoração natalina lindíssima. É um evento noturno e a entrada só é permitida depois das 5pm e custa 16 bebeths. Tava um breu danado mas deu pra tirar umas fotinhas marromeno.

Christmas at Kew Gardens Christmas at Kew Gardens Christmas at Kew Gardens

A trilha natalina é feita ao redor do parque, e se fosse pra andar rápido e sem paradas, duraria em torno de meia hora. Parece pouco, mas é muita coisinha bonitinha que merece ser admirada sem pressa – então nossa caminhada acabou se estendendo por mais de 2 horas. Cê para, olha, tira foto, compra um chocolate quente… E é bom se demorar nessas coisas :)

Tem umas esculturas/atrações bem interessantes também. Pra mim, as melhores foram o túnel psicodélico (acima) e a colmeia (abaixo). A colmeia é giganteeeesca, tem mais de 17m de altura e pesa 40 toneladas. O mais interessante é que essa escultura produz uns sons muito hipnotizantes (ommmmm…) que são controlados pelas vibrações de uma colmeia de abelhas de verdade que fica dentro do parque. Uma mensagem sobre a importância das abelhas para a vida na terra!

Infelizmente a colmeia tava *muito* cheia e não deu pra tirar uma foto dela inteira. Porém, assistam esse vídeozinho aí embaixo pro cês terem uma ideia de como é.

Christmas at Kew Gardens

Kew Gardens é um parque lindo e muito me admira eu nunca ter visitado antes. Me apaixonei muito pela área que mais parece um vilarejozinho de boneca, bem pitoresca. Prometi voltar lá pra tentar fotografar durante o dia no Domingo, mas o Netflix – como sempre – tinha outros planos pra nós… Fiquei o dia inteiro debaixo das cobertas assistindo The OA.

Christmas at Kew Gardens Christmas at Kew Gardens Christmas at Kew Gardens

Bonitim né? Uma versão bem mais cara de Winter Wonderland e não sei se valeu a pena pagar £16 por isso. As esculturas são lindas, mas dá pra perceber que a maioria tá ali só pra encher linguiça enquanto as mais bonitas e maiores são bem poucas e distantes uma da outra. Vale a pena visitar Kew Gardens só pela Colmeia, mas como ela é permanente dá pra ir qualquer hora sem ter que pagar nada. Acho que seria aceitável se o ingresso fosse £10, no máximo £12, mas £16 é facadinha.

Mas foi uma noite legal, isso que importa :)

Jul 21, 17
Capital Ring Walk: De Hackney Wick até Beckton
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